nas mãos de um poeta
os pinheiros crescem
lenta, mas infinitamente,
até ao azul, observados
do chão pelos olhos,
atentos, das mãos.
numa gruta
de lona e ferro,
observa-se
os pardais
lá no topo
enquanto
se ama.

Cantinho Digital
nas mãos de um poeta
os pinheiros crescem
lenta, mas infinitamente,
até ao azul, observados
do chão pelos olhos,
atentos, das mãos.
numa gruta
de lona e ferro,
observa-se
os pardais
lá no topo
enquanto
se ama.