Sei que, provavelmente, não estou a dormir, mas o meu corpo não o sabe e teima em levitar. crueldade. um vento vermelho sopra-me do peito como um rasto febril de lucidez e acordo. em chamas, mas na minha cama. sinto um toque breve e volto a sonhar. o mar e o céu não são azuis, nem a relva verde. o choro das aves é tépido e a alma é morna. fundo-me no sonho enquanto a madrugada avança na penumbra mascarada de raio solar.

2 comentários em “”

  1. Por vezes senti-mo-nos assim, num turbilhão de sonhos e pensamentos que nos deixa sem chão.
    Mas depois vem a calma e conseguimos colocar as ideias em ordem.
    Obrigada pela visita ao meu mundinho.
    Um excelente fim de semana com tudo de bom.
    Um abraço e um sorriso!

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