de noite, quando já não estás, a alvura faz-se gelo e aprisona-me à memória do que fui. Sei que não devia, mas não sei como o fazer. a memória é demasiado cruel e o infinito nada resolve. há quem diga que chorar por amor não faz sentido. talvez tenham razão e seja por isso que … Continue a ler
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