a insónia tem o cheiro do diluente e sabe a serpentes de silêncio nuas. vicia. as luzes amarelas das cidades caiem sobre os homens e, sem fazerem sombras, alimentam a noite e roubam-lhes o repouso da morte temporária. o infinito corre apenas para o nunca mais e a carne apodrece mergulhada em diluente, envenenada por … Continue a ler
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